segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Obama apela ao Congresso para que evite 'paralisação' do governo federal




Obama apela ao Congresso para que evite 'paralisação' do governo federal

'Isso não precisa acontecer', disse o presidente em pronunciamento.
Democrata afirmou que paralisação terá consequências na economia.

Do G1, em São Paulo
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O presidente dos EUA, Barack Obama, fez um apelo nesta segunda-feira (30) para que o Congresso impeça a "paralisação" do governo americano. Segundo ele, o Congresso está agindo "no limite da irresponsabilidade". (Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP)O presidente dos EUA, Barack Obama, fez um apelo nesta segunda-feira (30) para que o Congresso impeça a "paralisação" do governo americano. Segundo ele, o Congresso está agindo "no limite da irresponsabilidade". (Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP)
O presidente dos EUA, Barack Obama, fez um apelo nesta segunda-feira (30) para que o Congresso impeça a "paralisação" do governo americano. Segundo ele, o Congresso está agindo "no limite da irresponsabilidade".
"Isso não precisa acontecer", disse. "Deixe-me repetir. Isso não precisa acontecer.
"Manter o governo do povo funcionando não é uma concessão a mim. É a sua responsabilidade básica", acrescentou.
Obama lembrou que o governo federal é o maior empregador do país e que o fechamento iria ter consequências na economia.
"Minha esperança é que na última hora a Câmara vá fazer a coisa certa", disse Obama.
O democrata celebrou o que chamou de recuperação econômica do país nos últimos cinco anos.
No início da noite, Obama telefonou ao líder republicano na Câmara, John Boehner, e pediu a aprovação da liberação de gastos federais por mais seis semanas sem afetar o "Obamacare".
Crise
Um embate político entre republicados e democratas pode paralisar o governo dos Estados Unidos a partir das 0h01 desta terça-feira (1º). Republicanos travam a aprovação do orçamento ou de uma permissão para gastos federais, condicionando a mesma a uma suspensão do chamado "Obamacare", o sistema de saúde criado pelo governo Obama. Sem essa aprovação, uma série de serviços considerados não essenciais poderão ser interrompidos.
Na tarde desta segunda-feira, o Senado dos Estados Unidos, de maioria democrata, rejeitou a proposta da Câmara, de maioria republicana, para retardar em um ano a entrada em vigor da reforma da saúde, chamada de "Obamacare", em troca de financiamento temporário do governo federal a partir de terça-feira, diz a agência Reuters.